O melhoramento animal desde sempre tem sido baseado na observação fenotípica e registo destes caracteres para estimar o potencial reprodutor.
Desde os anos noventa que o desenvolvimento da genética molecular pôs ao dispor dos melhoradores marcadores moleculares com o potencial de serem usados como caracteres a ter em conta nos programas de melhoramento. No entanto, o uso destes marcadores tem-se revelado pouco útil em programas de melhoramento, dado que muitas das características de interesse em melhoramento animal são comandadas por milhares de genes, sendo difícil determinar estatisticamente os efeitos de cada um deles no fenótipo, dado serem de facto efeitos muito pequenos. Em termos práticos, nos estudos científicos mesmo a utilização de amostras de milhares de indivíduos não garante a fiabilidade dos resultados, já em programas de melhoramento de raças, ... Ver +